AS PARADAS DA FORÇA PÚBLICA NO PRADO DA MOÓCA

A PRIMEIRA PARADA INÍCIO DA OBRA DA MISSÃO FRANCESA ESPETÁCULOS DE BELEZA, DE TÉCNICA E DE CIVISMO

Marcaram época na vida de São Paulo, como espetáculo de aprimorada técnica militar e alto conteúdo cívico, as paradas com que a Força Pública comemorou, durante quatro lustros, de 1906 a 1927, a efeméride da proclamação da República, no Hipódromo da Moóca.

A primeira dessas demostrações de civismo foi realizada a 15 de novembro de 1906, com o efetivo de 1170 homens de três unidades da Mílicia 1º Batalhão de Infantaria, antigo Corpo de Cavalaria e Corpo de Bombeiros capitaneados pelo luzido Conjunto Musical dos grandes maestros Lorena e Antão Fernandes. Comandava a infantaria o Tenente Coronel Pedro Arbues Rodrigues Xavier, o herói de Cananéia, e a Cavalaria o grande soldado paulista Tenente Antônio Batista da Luz. As honras de Chefe de Campo couberam ao Coronel do Exército Francês Paul Balagny, supervisor da Missão Militar Gaulesa, instrutora da Força Pública.
Precisamente às 9 horas, o destacamento de desfile terminava a sua concentração naquele aprasível logradouro e tomava a formação de revista. Pouco depois, acompanhado de seu Estado Maior, penetra o gramado o Coronel Paul Balagny. As cornetas e clarins saudam o ilustre chefe gaulês. As tropas perfilam-se e "apresentam arma". O discípulo de Junot e Bertier passa em revista ao grupamento que mantém imobilidade absoluta. A seguir, com aprumo admirável, erecto, imponente, no seu belíssimo alasão de fina estirpe, assume o comando e coloca-se à direita da tropa.
Momentos após a assunção do comando, o corneteiro de ordem, postado ao lado do portão principal, dá o toque de Presidente do Estado. A tropa se prepara para as honras do protocolo. O povo, apinhado em todas as localidades, acompanha em silêncio aquele compasso de espera do destacamento, demonstrando estar possuido do mesmo sentimento de respeito do soldado paulista para com o mais alto magistrado de Piratininga. Em meio aquele recolhimento, a carruagem oficial, conduzindo o Presidente Jorge Tibiriçá e o Secretário da Justiça e Segurança Pública, Sr. Washington Luis Pereira de Souza, adentra o Hipódromo, seguida de uma segunda biga com o Comandante Geral, Coronel José Pedro de Oliveira, e seu Assistente, Tenente Coronel Cesar de Andrade. 
A infantaria apresenta arma. Abatem-se e perfilam-se as reluzentes lâminas da cavalaria. A Banda de Música e as Fanfarras executam a marcha batida. O chefe gaulės dobra sua espada em continência ao Chefe do Estado, da-lhe o efetivo em forma e convida-o a passar revista ao grupamento. Escolta-o, a seguir, até a tribuna oficial, onde é aclamado pelo povo à sua chegada. Agradecendo a manifestação com espontaneidade, mas com aquela compustura que foi apanagio dos estadistas da famosa escola de Piratininga, toma assento o Sr. Jorge de Tibiriçá, seguido de sua comitiva.

O início do desfile é marcado pelo deslocamento da Banda de Música. O notável conjunto, tocando "Sambre et Mouse", passa impecavelmente, faz uma conversão e posta-se em frente à tribuna para cadenciar a marcha da "Rainha das Batalhas". Segue-a a infantaria, em colunas de seções, com seus 24 homens, em duas fileiras, rigorosamente alinhados e com marcialidade excepcional. A cadência do passo, a posição das armas, o brilho das lâminas, fulgurando aos revérberos de um sol dos trópicos, o aprumo das diferente frações entusiasmam e dominam a mole humana assistente. Diante da tribuna oficial, então, a perfeição daquele conjunto adestrado atinge ao auge. Palmas estrugem de todos os lados. Ecoam aplausos de todos os cantos.
Agora é a cavalaria que se desloca. Em evoluções ritmadas, ao trote sentado, faz meia volta e ganha os estremos do campo. Depois, em belo galope estendido, de lanças em posição, bandeirolas panejando ao vento, sabres desembainhados, num conjunto harmonioso que fazia inveja ao "ludus trojae" dos romanos, chega às proximidades da tribuna e estaca de súbito, como se fosse um único cavaleiro. A multidão atônita, dominada pela beleza daquele inesperado, prorrompe em calorosas ovações. Dali, em conversões concêntricas, evolue à retaguarda, toma a formação de desfile, ganha a pista gramada e passa, garbosa, em continência às altas autoridades. A Assistência não se contém. Em constantes brados, aclama aqueles milicianos que estava acostumada a admirar como guardiões impertéritos de seus lares, como autênticas atalaias da tranquilidade da família bandeirante.
Magnifica, por todos os títulos, foi a primeira apresentação da Força Pública ao povo de São Paulo, depois do trabalho de apenas seis meses da Missão Militar Francesa. Durante uma semana, os jornais bandeirantes comentaram-na com os mais encomiásticos louvores. Os da Guanabara afinaram pelo mesmo diapassão. Houve, no entanto, algumas exceções. Uns poucos orgãos da imprensa, de uma como de outra Capital, preferiram ver naquele trabalho de aprimoramento da Milicia, para servir melhor à coletividade, um prussianismo caboclo dos estadistas de São Paulo, para garantir a hegemonia da política bandeirante, no concerto da federação. Pregaram no vasio. A realidade posterior veio mostrar a incensatez de tal argumentação.

A demonstração de 15 de novembro de 1906 veio patentear que o Exército Francês da alvorada do século XX era aquela mesma organização disciplinada e eficiente que transformara a derrota de Marengo na mais esplendida das vitórias, o mesmo instrumento bélico que iluminara as névoas do Gold-Bach com o triunfo e a legenda do sol de Austerlitz. Evidenciou, de outro lado, a elevação e a nobreza dessa França sempre gloriosa e imortal, selecionando uma equipe de altos expoentes de seu Exército para a importante tarefa que lhe fora cometida. E, na verdade, o Coronel Paulo Balagny, o General Antoine Nerel, os Capitães Delphim Balancier e Luis Lemaitre e todos os seus companheiros e esse grande soldado Capitão Frederico Stat Muller reliquia da terra gaulesa, cidadão prestante do Brasil, oficial da Força Pública, para nossa honra que otogenário, mas sempre imponente no seu uniforme de gala, prestigia com sua presença todas as nossas solenidades, todos eles constituiam, pelos seus altos méritos, uma verdadeira elite militar.
A Milicia que havia brilhado na Mesopotânia Sul-Americana e em "A Retirada da Laguna", que se cobrira de louros nas campanhas de 1893, no Paraná, e em 1897, em Canudos, na defesa da ordem legal, iniciava uma nova etapa de sua existência, preparando-se para servir melhor à terra de Piratininga. Aquela parada era uma demonstração eloquente. Era mais do que isso. Era o início da fase áurea da Força Pública de São Paulo.

A parada de 15 de novembro de 1906, foi a primeira de uma série de notáveis demonstrações com que a Força Pública comemorou o advento da era republicana em nossa terra. Sucederam-se, sem interrupção, até 1927, com efetivos que aumentavam de ano para ano. A Milicia chegou a enfileirar, no Hipódromo da Moóca, 8.000 homens, eficientemente instruidos, das armas de infantaria, cavalaria e artilharia, sem contar a aviação que completava a beleza do espetáculo com admiráveis evoluções.
A partir de 1915, atigiram a um grau de ificiência e perfeição que atraiam a São Paulo altas personalidades nacionais e estrangeiras. Já não se resumiam a uma revista, seguida de desfile. Incluiam vários números especiais de aprimorada técnica, tanto da infantaria como da cavalaria. Após ter dado uma pálida idéia da primeira, vamos procurar descrever um desses espetáculos cívicos com que a Força Pública brindou o povo de nossa Capital, no seu periodo de maior esplendor.

Mal raiava o sol e as tropas, puxadas pelas notas vibrantes das Fanfarras e das seções da Banda de Música, convergiam para o Hipódromo, dos seus quartéis, sediados na Luz, Vila Mariana, Cambuci, Varzea do Carmo e Centro da cidade. As 9 horas, precisamente, estava pronto o dispositivo. Depois da recepção e das continências às autoridades, cavalaria e artilharia se dispunham ao longo das extremidades do compo, deixando livre a parte central para as demonstrações da infantaria. E os infantes, com efetivos, variando entre 5.500 a 7.000 homens, aos comandos de corneta ou de apitos, tomavam posição, separados por distâncias e intervalos de quatro passos. Vinha, então a esgrima de baionetas, com quatro séries, ou melhor, com quatro lições, como se as costumava chamar, cada uma com quatro fases. Ao sinal de execução, para ocupação dos lugares marcados, aliás, previamente, pois nada se fazia de improviso, esperando os bons fados ou as varas de condão o movimento era rápido - como um meteoro, preciso como a trajetória pendular. 
A execução era empolgante: "Passo à frente, apontar-arma; passo à retarguarda, cabeça-para-arma; guarda à direita, quatro fases, marche". A esse comando, começava o movimento. Parecia um cronômetro, regulando o trabalho de máquinas em série: os passos, rigorosamente iguais e ferindo o solo, todos ao mesmo tempo, davam a impressão de salvas constantes e contínuas; as armas, subindo e descendo, indo à frente e à retaguarda, no mais belo e ajustado conjunto, baionetas reluzindo ao sol que trazia, invariavelmente, o brilho de seus raios para aumentar o brilho da demonstração; pequenas bandeiras nacionais presas à extremidade das armas, panejando aos movimentos e às carícias da brisa, num vai e vem, num fluxo e refluxo, de precisão matemática, para, por fim, tudo estacar de súbito, terminadas as quatro fases, numa imobilidade de estátuas, ante os mais frenéticos aplausos de incalculável mole humana que lotava totalmente as acomodações do anfiteatro.

A primeira, seguia-se a segunda lição, a terceira, a quarta, todas no mesmo ritmo de precisão e de beleza. Depois da esgrima, passava-se à ginástica sueca com arma. A disposição era a mesma tomada anteriormente, ou seja, os homens separados por distância e intervalos de quatro passos. Apenas, os sabres eram retirados do cano do fusil, mediante comandos precisos e execução impecável. E vinham as lições ritmadas, candenciadas, num conjunto encantador, impressionantes: para a frente, à retaguarda, à esquerda, uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes. E após a primeira, a segunda, a terceira, a quarta. Dir-se-ia um lindo quadro, em tela panorâmica, deslizando lentamente ante a visão extasiada e embevecida da assis- tência que o aplaudia, delirantemente, ao fim de cada número.

Tinha lugar, depois, a exibição de "box savat" e "jogo de bastão", por uma equipe selecionada, de 800 a 1.000 figurantes, caprichosamente preparada pela veterana e pioneira Escola de Educação Fisica da Milicia. O apuro técnico e a precisão de movimentos davam características singulares a essa demonstração de preparo físico da tropa bandeirante.

Terminada a exibição da infantaria, esta alinhava-se nos extremos logradouros e a cavalaria entrava em cena, com o seu famoso corrocel, ora a dois, ora a quatro esquadrões. Dava gosto ver a cavalhada de jarretes enluvados, rigorosamente limpa, bem tosada, arreiamentos brilhando, crinas balouçando às brandas aragens, dirigida por cavaleiros adestrados, em uniformes de gala, lanças em posição, sabres perfilados. A uniformidade na cor dos animais dava uma nota típica de assinalado encanto ao conjunto. O esquadrão dos escuros, o esquadrão dos alazãos... E o esquadrão dos tordilhos, que maravilha! Oh formas, brancas, formas alvas, formas claras, de luares, de névoas, de neblina, como já cantava o imortal Cisne Negro, do nosso Simbolismo. E a quadrilha começava, cadenciada pelas notas marciais da Banda de Clarins. E as frações se cruzavam, se antecruzavam; ora paravam de súbito, frente a frente, ora volviam à direita e à esquerda, formando figuras simbólicas e alegorias cívicas. 

O último quadro, antes da reconstituição "em batalha", era a Cruz de Santo André, extremamente linda, pelo sentido, sua perfeição, e pelo conjunto impressionante da cavalhada, de cores diferentes, mas homogêneas em cada fração, pela majestade dos fardões vistosos, das bandeirolas batidas pela brisa, tudo realçado pelo tapete verde do gramado e não raro por um céu de safira, extremamente azul. Sempre as apresentações da cavalaria têm o condão de empolgar as assistências. Mas, quando se tem pela frente uma exibição daquela natureza, um espetáculo de apurada técnica e primorosa arte, a vibração dos que o assistem é algo de admirável. Algumas vezes, o carrocel era substituido por uma "carga de cavalaria", número sensacional e empolgante, principalmente quando levado a efeito por uma tropa disciplinada e conveniente instruida, como é o Regimento de Cavalaria da Força Pública. A assistência acompanhava-a presa de emoção, em rigoroso silêncio, certa dos riscos que poderiam advirao cavaleiro que fosse fora da sela, em meio da jornada. Ao fim, quando via aquelas vagas estacarem de súbito, como as ondas diante dos rochedos, prorrompia em estrepitosas aclamações.
Finda a parte da cavalaria, enquanto se processava a recomposição do dispositivo inicial, várias seções de morteiros começavam a salvar. Mas, não impeliam projetís. Faziam subir aos ares painéis verdes, amarelos, azuis e brancos que ao descerem, se conjugavam formando a Bandeira do Brasil. 

Ao mesmo tempo, os Bombeiros distendiam as escadas magirus e, tomando posições gradativas nos degraus, bandeirolas das cores nacionais às mãos, formavam uma pirâmide, no centro da qual surgia outra Bandeira do Brasil, esta saudadas pelas sirenes, clarins, fanfarras e Banda de Música numa encantadora apoteose.
Marcava a apoteose o término dos números especiais. Começava, então, o desfile, capitaneado pela Banda de Musica. O renomado conjunto, com suas 200 figuras, sob o batuta eximia do grande maestro Major Antão Fernandes, constituia-se em ponto de realce daquelas jornadas cívicas. Desfilava imponente, com suas fardas vistosas, seus instrumentos brilhantes, e postava-se em frente à tribuna presidencial, para cadenciar o passo da infantaria, executando, já àquelas alturas, Paris-Berfort, a marcha que havia de ser nosso hino de guerra na epopéia de 1932.

Agora, é o Estado Maior do Destacamento que se movimenta. Presta continência às autoridades e toma posição, à direita da Banda de Música. Só após tomar lugar a equipe capitânea, é que a infantaria se movimenta. Com cadência admirável e marcialidade absoluta, cada fração da "Rainha dos campos de Batalha", passa vibrando e fazendo vibrar a multidão. Seguia a infantaria de um a dois batalhões de metralhadoras pesadas, as potentes hotchkiss de outrora.

Vinha, depois, a artilharia hipomóvel, em carretas luzidias, de movimentos impecáveis, fazendo lembrar a bateria ambulante, criada por Frederico, o filho do Rei-Sargento. Fechava a apresentação a garbosa cavalaria dos generais Joaquim Inácio e Miguel Costa. Quer ao trote quer ao galope, o velho Regimento da Rua Jorge de Miranda encantava e dominava pela imponência e marcialidade. Comentando aquelas exibições, disse o grande jurista e intelectual, Antônio Bruno Barbosa, que conhecia e tinha visto desfilar os mais adestrados corpos de cavalarianos do Velho e do Novo Mundo: "Regimento de Cavalaria, nunca vi igual ao da Força Pública". E, na verdade, naquelas demonstrações do Hipódromo da Moóca, como em todas as demais, o Regimento de Cavalaria da Milicia Bandeirante, era um corpo de elite, cioso de seu prestício, orgulhoso das suas tradições e da famosa técnica, haurida dos instrutores da Escola de Saumur.

Enquanto infantes, cavalarianos e artilheiros, desfilavam, a arma aérea da Milícia cruzava os céus, completando, com linda evoluções, a grandiosidade do quadro. Nada menos de uma dezena de pássaros metálicos sobrevoava o Hipódromo e comboiava a tropa que estava habituada a apoiar, em operações de guerra, na defesa da ordem e da lei.

Integravam a infantaria os dois Corpos da Guarda Civica, encarregados do policiamento da Capital, contingentes do Trânsito, encarregados desse mister policial, na cidade de Anchieta, contingentes das unidades do interior que cobriam todo o Estado, em perfeita rede de policiamento, e até a famosa equipe de Capturas, terror de todos os malfeitores que infestavam nossa hinterlândia, às ordens do ex-traordinário Tenente Galinha e do notável Alferes Marcelino. E convém notar, nunca São Paulo, Capital e interior, teve maior segurança e mais perfeito serviço de policiamento. Foi o perfeito serviço da Milicia, naqueles saudosos tempos, que permitiu a terra bandeirante o ambiente necessário para a arrancada inicial e o desenvolvimento da nossa revolução industrial, hoje plenamente vitoriosa.

As paradas do Prado da Moóca retratam uma etapa fulgurante na vida da Milicia Paulista. Adquiriram uma notoridade que atravessou fronteiras e correu mundos. Tamanho era o prestígio da Milicia e da sua eficiência técnica naqueles tempos que qualquer personalidade ilustre que viesse a São Paulo, tinha como primeira visita o Palácio do Governo e como segunda o quartel da Luz, para ver uma demonstração da Força Pública. Clemenceau, o grande estadista gaulės, Alberto II, rei dos belgas e o General Pershing. Comandante do Exército Americano na Batalha do Marne, fizeram esse itinerário: Palácio do Governo - Quartel da Luz. 

As gerações que as assistiram jamais as olvidarão. Temos visto velhos soldados descreverem-nas, cheios de emoção e com os olhos rasos dá-gua. Outros toman-se de entusiasmo e vibração na narrativa e parecem readquirir a flexibilidade dos anos pretéritos, quando eram partes de tão notáveis demonstrações.

Depois de 1927, foram essas grandes solenidades cívicos-militares transferidas para a Colina do Ipiranga. A mesma vibração, a mesma marcialidade, mas apenas revista e desfile, pois o local não comportava outras demonstrações. A partir de 1930, tiveram cenários diferentes. Também a Milicia teve os roteiros de sua existência modificados. Começa em novo ciclo na vida da Corporação, uma espécie de noite medieval em plena idade contemporânea. Toda idade média será um fermento para a Renascença.
As paradas do Prado da Moóca retratavam a obra gigantesca de uma notável geração de oficiais da Força Pública. Esses grandes vultos, bandeirantes de fato e lei, terão suas vidas amanhã cantadas paralelamente, quando um Plutarco miliciano se dispuzer a enfeixar num volume, para exemplo dos moços, a obra operosa e fecunda de discípulos ilustres dos discípulos de Napoleão Bonaparte.

CEL. ARRISSON DE SOUZA FERRAZ

Fonte: Revista do Arquivo Municipal 

Pesquisador: Sgt Eduardo Marques de Magalhães 

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